Seguro de carro

Seguro para carro antigo: vale a pena e quais seguradoras aceitam?

· 3 min de leitura

Fazer seguro de carro antigo vale a pena, sim, mas com duas ressalvas importantes: nem toda seguradora aceita veículos mais velhos, e nem sempre a cobertura completa é o melhor negócio para um carro de menor valor. Veja como acertar.

Algumas seguradoras recusam carro antigo

Aqui tem um detalhe que muita gente não sabe: a idade máxima depende da cobertura. Para o seguro completo (compreensivo), o limite costuma ser mais baixo (varia por seguradora; em algumas, por volta de 15 anos). Para cobertura de terceiros ou perda total, as seguradoras aceitam carros bem mais velhos. Ou seja, um carro de 20 anos muitas vezes não consegue o completo, mas em geral consegue terceiros ou perda total. E há seguradoras de critério mais amplo: a Suhai, por exemplo, não trabalha com uma tabela fechada de idade e costuma aceitar uma faixa maior de veículos, com o preço variando conforme idade, modelo, CEP e perfil.

Na prática, isso significa que o "não consigo segurar meu carro antigo" muitas vezes é só questão de procurar a seguradora certa. Cotar em mais de uma é o que revela quem aceita o seu.

Qual cobertura faz sentido num carro antigo

Aqui está a parte que economiza dinheiro. Num carro de menor valor, a cobertura completa (que é a mais cara e tem franquia) nem sempre compensa: você pode acabar pagando um prêmio alto para proteger um bem que vale pouco.

Costuma fazer mais sentido uma cobertura proporcional ao valor do carro:

  • Só roubo e furto: protege do prejuízo grande (perder o carro) pelo menor preço.
  • Perda total (com colisão): cobre também a perda numa batida grave, ainda sem franquia.

Se quiser comparar todas as opções, veja os tipos de seguro de carro.

Como não pagar caro

O preço de um carro antigo varia por idade, modelo, região e perfil do condutor, e entre seguradoras. Duas atitudes ajudam: escolher a cobertura proporcional ao valor do carro e comparar cotações, em vez de fechar na primeira.

Vale a pena?

Se perder o carro faria falta no seu bolso, vale. A questão não é "fazer ou não", e sim qual cobertura faz sentido para o valor do veículo. Para um carro antigo, muitas vezes a proteção certa é a mais enxuta, e mais barata.

O jeito de decidir é ver quem aceita e por quanto. Faça uma cotação e compare as opções para o seu carro.

Perguntas frequentes

Dá, mas depende da cobertura e da seguradora. A idade máxima costuma ser mais baixa para o seguro completo (compreensivo) e bem mais alta para terceiros ou perda total: um carro que não consegue o completo em geral consegue uma dessas coberturas. E há seguradoras de critério mais amplo, como a Suhai, que não trabalha com tabela fechada de idade. O jeito de saber o que o seu carro consegue é cotar.
Varia conforme a idade e o modelo. Algumas seguradoras recusam acima de certa idade; a Suhai, por exemplo, não publica tabela fechada de idade e aceita amplamente, com o preço variando por idade, CEP e perfil. Cotar é o que mostra as opções para o seu caso.
Nem sempre. Num carro de menor valor, a cobertura completa (que custa mais) pode não compensar. Muitas vezes faz mais sentido o só roubo e furto ou a perda total, que protegem do prejuízo grande por um preço menor.
Carros mais antigos podem ter peças mais escassas e risco relativo maior, e por isso algumas seguradoras limitam a idade aceita, principalmente para o seguro completo. A cobertura de terceiros ou perda total costuma aceitar carros bem mais velhos, e há seguradoras de critério mais amplo.
Escolhendo uma cobertura proporcional ao valor do carro (muitas vezes só roubo e furto ou perda total em vez da completa) e comparando cotações de seguradoras diferentes.

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